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Classes C e D respondem por 76% das vendas em supermercados

O dado foi apontado por um levantamento realizado pelo Instituto Data Popular divulgado ontem, terça-feira (09/11). Além de responder pela maioria dos consumidores do autosserviço, os emergentes também detêm 69% dos cartões de crédito. Outra característica mostrada pelo estudo é que 85% dos consumidores das classes C e D preferem comprar no próprio bairro onde residem.

De acordo com a pesquisa, esse público movimenta R$ 834 bilhões ao ano. Só os jovens gastam em torno de R$ 96 bilhões. Renato Meirelles, sócio-diretor do Instituto Data Popular, reforçou que a população de baixa renda tem preferido aplicar o dinheiro em itens com qualidade e preço intermediários.

"Se o mundo corporativo quiser uma fatia desse mercado, é fundamental que exercite a humildade de se colocar no lugar do outro e entenda que o novo consumidor fala uma língua muito diferente da língua falada pela elite”, afirma Meirelles.
Fonte: Terra

Fidelidade à marca não resiste à promoções

É isso que mostra pesquisa lançada em 3 de novembro pelo instituto de pesquisa Sophia Mind, empresa do grupo de comunicação feminina Bolsa de Mulher. O estudo, realizado com 468 mulheres entre 18 e 60 anos, revela que a consumidora muda facilmente de marcas quando o produto está em promoção.

Entre as 10 categorias analisadas, biscoito é a mais vulnerável: 67% das mulheres declararam mudar de marca diante de uma oferta. Em seguida vêm frios e laticínios (60% do total), sorvete (57%), iogurte (56%) e achocolatado (55%).

Refrigerante e cerveja foram as categorias em que a promoção teve o menor impacto na compra – apenas 46% e 48% dos respondentes, respectivamente, mudariam de marca.

Leite e água mineral foram as categorias com menor índice de fidelidade às marcas: 20% e 18% das respondentes afirmaram que sempre compram a marca mais barata. Nas outras categorias, o percentual é menor: cerveja (7% do total de respondentes), biscoito, arroz e feijão (8%), achocolatado (9%), frios e laticínios (10%), iogurte e refrigerante (13%).

Mulheres continuam decidindo compras

A pesquisa traz também outros dados. As mulheres controlam 66% das decisões de compra das famílias, o equivalente a R$ 1,3 trilhão. Elas têm maior poder na compra de vestuário feminino (93% das respondentes), vestuário infantil (90%), alimentação e produtos de beleza e cuidados pessoais (82% cada), produtos de limpeza (89%) e educação infantil (73%).
Por Redação SM

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