DESTAQUES:

Fidelizar... Quem?

Atualmente, o varejo está inserido em um cenário altamente competitivo e sensível a mudanças. Com isso, muitas empresas buscam soluções e fazem investimento em ferramentas de fidelização.
Mas, na minha visão, podemos agregar mais inteligência às estratégias de fidelização.

Mesmo em tempos de economia estável ou crescente, é bastante comum que os varejistas tenham como alvo de suas ações de marketing o trabalho de manutenção dos clientes fiéis.

Em cenários de crise e com sinais de recessão, o foco em manter a fidelização é ainda mais incisivo – tendo em vista a necessidade de “garantir” o faturamento. Mas será que esse conceito é real?

No mundo globalizado e competitivo de hoje, é necessário fugir um pouco do comum e pensar fora da caixa.

Os clientes fiéis merecem sim atenção e tratamento especial; Mas, como o nome já diz, este público já é fiel. Tão fiel que em momentos de crise, quando todos tem que apertar os cintos e segurar as despesas, eles optam por reduzi-las justamente nas lojas em que tem o hábito de freqüentar (onde são fiéis)...

Isso que dizer que, se por conta de uma crise temos que gastar de 10% a 15% menos nas compras de supermercado, é lógico que essa redução será no supermercado onde costumeiramente fazemos as nossas compras.

Logo, é a empresa que tanto investe na manutenção dos clientes fiéis, quem sente primeiro a retração no consumo através da queda nas vendas.

Então, o que fazer? Deixar de investir na fidelização dos clientes? Investir nos clientes fiéis da concorrência? Como compensar esta perda?

Nunca deixe de investir na manutenção da fidelização. Nem tampouco tente “roubar” os fiéis clientes do seu concorrente. (afinal eles já são fiéis a outro!!!).

O foco deve ser a parcela de consumidores “Indecisos” ou “sem fidelidade definida”; Passantes. Pessoas que não se importam em comprar aqui ou ali. Apenas compram. Mas, inconscientemente tem este comportamento porque até então ninguém se preocupou em estudá-los e conhecê-los para montar uma estrutura de atendimento atrativa o suficiente a ponto de fidelizá-los.

Se considerarmos arbitrariamente que estes consumidores gastam em determinada loja cerca de apenas 25% do que consomem no mês, podemos considerar um objetivo de crescimento suave aumentar este gasto para 37,50%. Ou seja, direcionar parte do esforço de marketing e pesquisa para entender o que - em termos qualitativos e quantitativos - este público busca, para então agregar 50% de crescimento aos gastos destes consumidores dentro da sua loja.

50% parece ser um objetivo ousado. Mas em números absolutos, significa dizer que buscamos aumentar para R$ 75,00 o ticket médio de quem compra apenas R$ 50,00 em sua loja mas na verdade gasta R$ 200,00 no total, divididos em diversas outras lojas da vizinhança.

Para isso, ferramentas como Pesquisa de Perfil do Shopper, Gestão por Categorias, Clusterização, Revisão Estratégica do Sortimento, Layout e Planograma são indispensáveis ao negócio - Seja qual for o tamanho deste negócio.

Atendimento ao cliente - Muito além do cafezinho...

Tratar bem o cliente não garante um bom atendimento

Está bastante claro que a globalização aproximou e aproxima cada vez mais os consumidores da informação.  E, por conseqüência, faz com que as empresas melhorem e adéqüem cada vez mais seus formatos de atendimento, produtos e serviços, para atender com excelência um público cada vez mais exigente e esclarecido.

Por outro lado, ainda existe um número considerável de instituições que insistem em caminhar na contra-mão e trabalham com foco em si mesmas;  Tem por objetivos principais o atendimento de suas necessidades próprias em detrimento às necessidades e expectativas do público que deveria ser seu target:  Os clientes.

Inclusive, eu já tive o lamentável desprazer de ouvir a seguinte declaração de um chefe-de-seção em uma rede de supermercados que arrumara os enlatados na prateleira pela manhã e próximo da hora do almoço afirmou:  “Eu deixei tudo arrumado, mas aí – vem o cliente, mexe e estraga todo o meu trabalho...”  (!?!?!?!)

Este tipo de afirmação é o reflexo de conceitos e métodos de gestão que sequer posso classificar como ultrapassados, pois me recuso a acreditar que, mesmo remotamente, possam ter existido como “conceito”. 
Esta mentalidade infelizmente existe, mas pertence à um universo que muito em breve será forçado a mudar ou se auto destruirá.

Um exemplo prático é quando um vendedor recebe um potencial cliente em sua loja, abre um sorriso, é gentil e demonstra toda a atenção do mundo esperando vender para este cliente.
Logo após atingir seu único objetivo (vender), a máscara cai e o então cortejado cliente passa a ser mera estatística em um quadro de acompanhamento de metas mensais.
E...  ...Coitado deste cliente se por alguma eventualidade retornar à loja com alguma dúvida ou defeito no produto!!!
Nessa hora, ele migra de estatística para rejeitado...

Partindo do princípio que o vendedor está na base de uma organização corporativa composta também por supervisores (que pensam em aumentar as vendas), gerentes (com foco em aumentar a margem) e diretores (trabalhando para reduzir os quadros e aumentar o lucro), podemos entender o tamanho da dificuldade que esta corporação terá para mudar sua cultura e adequar-se à realidade que há muito tempo deixou de ser tendência para se tornar cotidiano.

De nada adianta contratar consultores, aplicar treinamentos e confeccionar cartazes com frases motivacionais se na essência estes profissionais continuam a subestimar consumidores, destratar clientes, majorar preços e ignorar prazos de validade dos produtos vendidos...

Todo este universo nebuloso de má gestão impede que empresas desse tipo consigam enxergar a diferença e a abrangência entre ATENDER e TRATAR um cliente.
Enquanto tratar (bem ou mal) um cliente não passa de mero teatro, puro conjunto de gestos e frases, ATENDER engloba muito mais do que isso.

Atendimento está intrinsecamente conectado a Relacionamento.
Um bom e completo atendimento inicia por exemplo, com uma loja limpa, bem organizada e sinalizada, com sortimento adequado de produtos, que devem estar precificados corretamente - com preços competitivos - para então ser complementado com o lado humano do bom tratamento, do interesse e empatia necessários para verdadeiramente preencher as necessidades e expectativas do cliente.
Ao passar no caixa e pagar pelo produto que escolheu, o cliente apenas sela o atendimento, que deverá perdurar muito além daquele momento.

E, quando estiver difícil lembrar e cumprir o bom atendimento, devemos lembrar de uma frase básica, mas verdadeira:

“É o cliente quem paga o nosso salário.”

Se ele decidir não entrar mais em nossa loja...  ...Se optar por comprar somente os produtos em oferta na nossa loja e os demais itens em um concorrente...  ...Se ele comentar com amigos do mau atendimento recebido em nosso  estabelecimento...  ...Enfim, se ele não estiver satisfeito, a empresa perde sua essência e é condenada a sair do negócio, fechar as portas.

Com tecnologia, Unicompra reduz ruptura de 12% para 8%

Por: Redação SM
Ruptura não era assunto que preocupasse a Unicompra, maior rede de supermercados de Alagoas. A empresa nem desconfiava que enfrentava esse grave problema até que aplicou questionários nos clientes para medir o grau de satisfação com o atendimento das lojas – são 16 unidades.

Não deu outra. Era com a falta de produtos que os consumidores mais se incomodavam. “Surpresos, partimos para o diagnóstico das causas e iniciamos as correções. Em dois anos, reduzimos a ruptura de 12% para 8%”, conta orgulhoso Rusijanio Lúcio Freire, diretor de marketing da rede.

De acordo com o executivo, os principais entraves ocorriam porque os fornecedores atrasavam na entrega ou entregavam pedidos incompletos. Mas foram identificadas também falhas de comunicação entre as lojas, centro de distribuição e o setor de compras: não havia levantamento eficaz de estoque no CD e em cada loja, e nem dos produtos mais vendidos.

“Identificamos ainda problemas no reabastecimento da gôndola: algumas vezes o produto estava em estoque, mas as prateleiras permaneciam vazias, e em outras, a mercadoria estava simplesmente na seção errada, o que causava falsa ruptura”, diz Freire.

Maior investimento em softwares

Detectados os obstáculos, foram adotadas as medidas que trariam a solução. O primeiro passo foi realizar uma análise do perfil dos consumidores, a fim de definir o sortimento específico de cada loja. “Eliminamos os produtos de baixo giro, abrindo espaço para armazenagem nos depósitos de cada loja e também no centro de distribuição”, salienta Freire.

A rede treinou ainda todos os colaboradores, mostrando os motivos e as consequências da ruptura de cada loja. Reuniões com encarregados de cada setor tornaram-se rotina, especialmente para motivá-los a acompanhar os estoques e estreitar o relacionamento com os compradores.

“Verificamos ainda o nível de ruptura em cada dia da semana, para identificar os momentos em que a demanda crescia e, portanto, exigia mais cuidado no abastecimento. O maior investimento, contudo, foi na área de tecnologia, para obter inventários consistentes e informações precisas de produtos e marcas mais vendidos”, diz Freire.

A empresa informatizou toda a rede por meio do software de gestão integrado Ciss-Poder, que auxilia os compradores a acompanhar as vendas e o estoque dos produtos e permite realizar pedidos mais realistas. Além disso, a produtividade aumentou, dispensando reforço da equipe, mesmo com o crescimento real nas vendas de 22% – R$ 151,3 milhões em 2009.
Novos fornecedores para diminuir dependência

De nada adiantaria resolver os problemas na empresa, se não fossem tomadas medidas em relação aos fornecedores, que não cumprem prazos de entrega ou não entregam o pedido completo. Um dos caminhos adotados foi diversificar o número de fornecedores em todas as categorias de produtos.

“Cerca de 80% das nossas compras são feitas diretamente com as indústrias, porém temos vários distribuidores cadastrados para suprir qualquer eventualidade no atraso ou falta de produtos. Também compartilhamos produtos entre as lojas. Se uma unidade tem itens em falta é abastecida pela loja cujo estoque tem alguma folga. Freire reconhece que essa atitude ainda é necessária porque a rede não conseguiu identificar o estoque mínimo a partir do qual os pedidos deverão ser disparados. “O ‘estoque regulador’ ainda está em fase de teste, mas vamos chegar lá. A ideia é continuar diminuindo a ruptura ”, finaliza.

Perfil da rede Unicompra

Fundação: 1985
Sede: Arapiraca (AL)
Nº de funcionários: 1.400
Nº de lojas: 16
Tipo de lojas: supermercados
Perfil de público: todos
Tíquete médio: R$ 34,00
Faturamento em 2009: 151,3 milhões
Crescimento real em 2009: 22%
Previsão de crescimento para 2010: 25%
Fonte: Supermercado Moderno, Online

Direitos do Consumidor... ...E dos lojistas!

Conheça os limites e a abrangência dos direitos do consumidor na hora de trocar uma mercadoria.

Passado o Natal, o varejo recebe uma avalanche de clientes.  Mas, agora o cliente vai às lojas, em sua maioria, para trocar um presente que ganhou, mas não serviu ou simplesmente não agradou.

Para isso, é preciso ficar atento sobre o que a lei exige dos lojistas e o que precisa ser negociado. Ao contrário do que muitos pensam, trocar um sapato que não serviu não é obrigação dos comerciantes.

— O Código de Defesa do Consumidor determina a troca de um produto apenas em caso de defeito — diz o Procon.

Porém, a troca por motivo pessoal – leia-se, não gostou do presente – é praxe no comércio, desde que observadas as regras de cada estabelecimento. Muitos exigem que o produto, especialmente no caso de roupas, ainda esteja com a etiqueta. DVDs e CDs, na embalagem. Nesses casos, a palavra de ordem é negociar. Afinal, os lojistas têm o interesse de manter o cliente satisfeito e fiel.

Dicas do Procon

SE NÃO GOSTEI DO PRESENTE OU TENHO UM IGUAL, A LOJA DEVE ACEITAR A TROCA POR OUTRO PRODUTO?
- A decisão é do lojista. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) não prevê a troca obrigatória por cor, tamanho ou modelo – apenas em caso de defeito.

PRECISO TER A NOTA FISCAL?
- O ideal é sempre ter a nota fiscal. Muitas lojas aceitam a troca desde que o produto esteja ainda na embalagem ou com as etiquetas, mas é uma decisão do estabelecimento. Em caso de defeito, é obrigatória a apresentação da nota fiscal.

É POSSÍVEL TROCAR O PRESENTE POR OUTRO MAIS CARO OU MAIS BARATO?
- Deve ser feito um acordo com o lojista. A diferença para mais poderá ser paga ou o consumidor pegar um vale no valor que faltar, caso o novo produto seja mais barato.

SE A COMPRA FOI FEITA PELA INTERNET, COMO FAÇO A TROCA?
- Entre em contato com o site e peça para devolver o produto. O CDC prevê que o consumidor tem sete dias para desistir de uma compra e ter seu dinheiro devolvido. A loja deve cumprir o pedido, mesmo que o produto não esteja com defeito.

SE HOUVER ATRASO NA ENTREGA?
- Caso o produto não seja entregue no prazo – mesmo que tenha sido comprado em uma loja –, o consumidor tem o direito de desistir da compra e receber seu dinheiro de volta.

QUAL O PRAZO PARA A TROCA EM CASO DE DEFEITO DO PRODUTO?
- A assistência técnica tem 30 dias para sanar o problema. Caso isso não aconteça, o consumidor pode pedir troca ou reembolso do valor. O CDC estabelece prazo de 90 dias para a reclamação de defeitos em bens duráveis e 30 dias no caso de bens não-duráveis, contados a partir da data de conhecimento do defeito.

Dicas VarejoMix:
- Conheça seus direitos e suas obrigações.  Leia o Código de Defesa do Consumidor (baixe aqui o CDC).
- Guarde sempre comprovantes de compra (cupom fiscal, notinha, nota fiscal) por no mínimo 3 meses - que é o prazo de garantia legal.



Consumo de cerveja deve crescer 35% nos próximos três meses

O encontro das Festas de final de ano com as temperaturas altas deve render crescimento de 35% nas vendas de cerveja no varejo, segundo estimativa do Sindicerv (Sindicato Nacional da Indústria de Cerveja) para o período entre dezembro e fevereiro, responsável por quase um terço da comercialização anual.

imagem: Cerveja Lieber

As vendas totais da indústria cervejeira – para todos os canais – terminarão o ano com 14% de crescimento em volume, o que representa um consumo de 12,3 bilhões de litros.
Fonte: Diário do Comércio

Supermercados devem faturar +12,54% em dezembro

Em comparação com o mesmo período de 2009, as vendas dos super e hipermercados no período de festas devem crescer mais de 12%, segundo levantamento da Abras (Associação Brasileira de Supermercados). No ano passado, a mesma pesquisa estimou aumento de 7,9%.

“Tradicionalmente, as festas de final de ano são a melhor data para o setor supermercadista. Neste ano, há um otimismo adicional por conta do bom desempenho da economia e também devido à ascensão das classes D e E ao mercado de consumo. Nada mais natural que a mesa seja farta em 2010”, afirma Tiaraju Pires, superintendente da entidade.

Nas encomendas à indústria, o maior aumento, de 15,2%, foi observado na categoria de cervejas. A compra de panetones também cresceu de modo representativo: 14,1%. Já os pedidos de refrigerantes e bacalhau aumentaram 13,8%.
Fonte: Diário do Comércio

Classes C e D respondem por 76% das vendas em supermercados

O dado foi apontado por um levantamento realizado pelo Instituto Data Popular divulgado ontem, terça-feira (09/11). Além de responder pela maioria dos consumidores do autosserviço, os emergentes também detêm 69% dos cartões de crédito. Outra característica mostrada pelo estudo é que 85% dos consumidores das classes C e D preferem comprar no próprio bairro onde residem.

De acordo com a pesquisa, esse público movimenta R$ 834 bilhões ao ano. Só os jovens gastam em torno de R$ 96 bilhões. Renato Meirelles, sócio-diretor do Instituto Data Popular, reforçou que a população de baixa renda tem preferido aplicar o dinheiro em itens com qualidade e preço intermediários.

"Se o mundo corporativo quiser uma fatia desse mercado, é fundamental que exercite a humildade de se colocar no lugar do outro e entenda que o novo consumidor fala uma língua muito diferente da língua falada pela elite”, afirma Meirelles.
Fonte: Terra

Fidelidade à marca não resiste à promoções

É isso que mostra pesquisa lançada em 3 de novembro pelo instituto de pesquisa Sophia Mind, empresa do grupo de comunicação feminina Bolsa de Mulher. O estudo, realizado com 468 mulheres entre 18 e 60 anos, revela que a consumidora muda facilmente de marcas quando o produto está em promoção.

Entre as 10 categorias analisadas, biscoito é a mais vulnerável: 67% das mulheres declararam mudar de marca diante de uma oferta. Em seguida vêm frios e laticínios (60% do total), sorvete (57%), iogurte (56%) e achocolatado (55%).

Refrigerante e cerveja foram as categorias em que a promoção teve o menor impacto na compra – apenas 46% e 48% dos respondentes, respectivamente, mudariam de marca.

Leite e água mineral foram as categorias com menor índice de fidelidade às marcas: 20% e 18% das respondentes afirmaram que sempre compram a marca mais barata. Nas outras categorias, o percentual é menor: cerveja (7% do total de respondentes), biscoito, arroz e feijão (8%), achocolatado (9%), frios e laticínios (10%), iogurte e refrigerante (13%).

Mulheres continuam decidindo compras

A pesquisa traz também outros dados. As mulheres controlam 66% das decisões de compra das famílias, o equivalente a R$ 1,3 trilhão. Elas têm maior poder na compra de vestuário feminino (93% das respondentes), vestuário infantil (90%), alimentação e produtos de beleza e cuidados pessoais (82% cada), produtos de limpeza (89%) e educação infantil (73%).
Por Redação SM

Abra o olho!

Definitivamente, há apenas uma maneira de ter êxito no varejo: Oferecer ao shopper os produtos procurados de forma melhor e mais eficiente que a concorrência.


Mas, existem inúmeras maneiras de perder vendas e/ou dinheiro: Comprar errado; Vender errado; Descontrole das despesas; Roubos e fraudes; Pessoal ineficaz e/ou negligente; Sortimento e Mix inadequados; Gestão medíocre de pessoas; Preços muito altos; Inobservância às leis e regulamentações; Quadro de pessoal inchado ou sub-dimensionado; Projeções financeiras imprecisas, etc etc etc

Partindo-se deste pensamento, está claro que temos muito mais chances e probabilidade de errar e perder dinheiro do que de acertar e concretizar negócios saudáveis.

Pricing no varejo. Entrevista de Marcelo Aranha à Revista AlShop.

Pricing: Teoria, estratégia e dicas

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