DESTAQUES:

Mercado de shampoo anticaspa terá disputa entre P&G e Unilever

Não é de hoje que elas disputam a preferência dos consumidores de shampoo anticaspa em diversos países. A partir de novembro, essa briga entre Procter&Gamble e Unilever será forte também no Brasil.

Dentro de pouco mais de dois meses, o mercado de anticaspas, cujo crescimento nas vendas é de 50% ao ano, ganhará um novo concorrente, já que Head & Shoulders, da P&G, promete rivalizar com a marca Clear, que garante à Unilever 51% de participação de mercado.

Trabalhar com preços equiparados à média do mercado é a estratégia da Procter. Contribuirá para o esforço o fato de o novo produto ser produzido no Brasil – a fabricação começou há duas semanas na unidade Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.

Nas estratégias de divulgação, há muitas semelhanças entre os produtos concorrentes. A P&G promete ressaltar, em seus esforços de comunicação, que além de combater a caspa, Head & Shoulders também hidrata, o que melhora todo o aspecto dos cabelos.

Já a Unilever prepara para setembro o lançamento da linha Clear com hidratação intensa. “Nós já trabalhávamos com diferenciais para o produto. Prestamos atenção a todos os movimentos do mercado e não planejamos rever nossa estratégia que está dando resultado por conta da maior rivalidade”, garante Paula Lopes, gerente de marketing de Clear.

No primeiro ano de atuação, a nova linha da P&G quer alcançar 5% de participação de mercado. O segmento de anticaspas faturou R$ 680 milhões nos últimos doze meses no Brasil.
Fonte: Valor Econômico

Perdas no varejo equivalem a 1,77% da receita operacional de empresas em 2009

Índice diminuiu em relação a 2008; principais causas são quebra operacional e furtos

As perdas no varejo brasileiro somaram cerca de 1,77% da receita operacional das empresas no ano passado. O valor é menor do que em 2008, quando o índice alcançou 2,05%. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (19) e são resultado de uma pesquisa elaborada pelo Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (Provar/FIA) e pela Felisoni Consultores Associados, em parceria com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e a consultoria Nielsen.

Claudio Felisoni, presidente do Provar/FIA, afirma que a queda na média de perdas é causado pelo aumento de investimentos em prevenção. “Esse perfil de investimentos somou 0,97% do faturamento líquido em 2009, 0,34 pontos percentuais a mais do que em 2008”, afirma ele. A pesquisa mostrou que os setores que mais investem em prevenção de perdas são os de material de construção (1,55%), farmácia (0,29%) e supermercado (0,15%).

Mais de 20% das perdas nos supermercados são geradas por furtos internos de funcionários.
O levantamento, que foi feito com 79 empresas brasileiras dos setores de atacado, eletrônico, farmácia, material de construção, vestuário e supermercado, apontou que as principais causas de perdas no varejo são quebra operacional (30,9%); furto externo (20,4%); furto interno (20,1%); erros administrativos (14,5%); fornecedores (9%); e outros ajustes (5,1%).

Apesar de a quebra operacional continuar sendo o principal fator de perdas, a participação desse item no índice caiu bastante. Em 2008, era responsável por 40,3% das perdas, e em 2009 foi para 30,9%. Já os furtos internos e externos somaram, em 2008, 32,9%, e aumentaram sua participação no ano passado para 40,5%.
Fonte: PEGN Online

Produtos expostos na frente do caixa vendem 50% mais

É preciso, no entanto, selecionar os itens que podem ser colocados nos chamados checkstands. Segundo a Ampro (Associação de Marketing Promocional), o local é indicado principalmente para produtos de impulso. “São itens que geralmente não estão na lista de compras, mas naquele momento podem chamar a atenção do consumidor, como uma revista que ele vê a capa e decide pela compra”, diz Guilherme de Almeida Prado, presidente da entidade.

Entre as mercadorias compradas por impulso estão doces, pilhas e aparelhos de barbear descartável. Já os chamados produtos destino – aqueles que levam o cliente para dentro da loja – não têm a exposição recomendada nos checkouts. É o caso do feijão, arroz e leite. Esses itens precisam ficar nas gôndolas tradicionais para que o cliente circule mais tempo pela loja. Quando isso acontece, há mais chances de ele levar para casa mercadorias que não havia planejado.

Como incentiva a compra por impulso, os checkstands são muito disputados pelos fabricantes. E isso deve ser levado em conta pelos varejistas na hora de negociar com as indústrias. Melhorar as condições de preço ou de prazo de pagamento são algumas alternativas. “Os espaços para a comercialização de produtos são limitados e a concorrência é grande. Em um hipermercado são 30 mil produtos, logo, qualquer ação que garanta um aumento de vendas é boa tanto para o fabricante quanto para o lojista”, diz o presidente da Ampro.
Fonte: Rede Bom Dia

Princesa faz 27 anos

Neste mês de agosto, a rede de Supermercados Princesa faz 27 anos.
Tradicional no varejo Carioca, o Princesa caracterizou-se pela forte presença em lojas de bairro na Zona Sul do Rio de Janeiro e na Região dos Lagos - onde detém a liderança do canal (Nielsen/2009).

A comemoração começou com um café da manhã em alto estilo, oferecido para fornecedores e parceiros, no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca.

Entre as diversas ações de aniversário, estão a reforma da filial da Rua Senador Vergueiro 165 - no bairro do Flamengo, que reinaugurou em 12/08 de cara nova e com um novo serviço: O Princesa Gourmet.  Uma rotisseria com cardápio balanceado e tempero típico da comidinha brasileira, sob orientação da renomada Chef Cris Leite (http://www.chefcrisleite.com/ ).
A filial do Flamengo é a primeira do Princesa a oferecer este serviço, que após estruturação e consolidação deve ser multiplicado para outras filiais da empresa.

Além do atendimento caloroso que conquistou os cariocas, o Princesa tem oferecido qualidade e preço, entregando sempre a melhor opção de compra aos clientes.

Parabéns, Princesa!

Brasil é o segundo maior mercado de cosméticos para homens do mundo

A produção de itens de perfumaria para o público masculino cresce em torno de 10% ao ano, segundo levantamento global do instituto de pesquisas Euromonitor. De acordo com a pesquisa, o Brasil tem 9% de participação de mercado nesse segmento, o que coloca o País em segundo lugar no ranking mundial, atrás apenas dos EUA, com 18% de market share.

Alberto Keidi Kurebayashi, presidente da ABC (Associação Brasileira de Cosmetologia), lembra que as indústrias do setor têm investido muito nas linhas de cuidados com a pele e com os cabelos. A entidade acredita em bom espaço para crescimento nas vendas de cremes e loção, inclusive as versões com ação “anti-idade”. A linha de produtos para barbear é outra aposta, sobretudo pelo surgimento de itens com novas funcionalidades.

Para o presidente da ABC, a maior adesão do público masculino aos produtos de beleza tem relação com a percepção de que os cuidados com a aparência podem trazer benefícios nas relações interpessoais e profissionais.
Fonte: SM - Supermercado Moderno

Rentabilizando a operação em sua loja

Se pararmos para observar, em todas as lojas de departamentos, supermercados e em outros formatos de varejo, notamos pessoas entrando, indo, saindo e vindo. Para lá e para cá... Todo o tempo... Muitos comerciantes não pensaram em rentabilizar sua operação aproveitando este vai e vem de clientes. Neste artigo você tem uma introdução ao conceito e estratégia para melhor aproveitar o tráfego de pessoas em sua loja.
Veja como otimizar a presença dos seus clientes na loja.
Você já parou para observar o comportamento e o fluxo dos clientes em uma loja de supermercado?

“Fluxo”?!?

Bom, vale à pena lembrar que “fluxo de clientes” é o caminho natural seguido pelos shoppers do momento que entram na loja e circulam pelos corredores e seções. É o resultado do sentido e a direção mais comum gerados pelo tráfego de pessoas em uma loja.

Existe em nosso varejo uma grande quantidade de redes, cadeias e lojas independentes que sequer faz a medição ou controla o volume de pessoas que entram diariamente em suas lojas. Muitos deles, estimam este número, mas não dão o tratamento necessário à informação.

Logo, é fácil notar que se não há medição, inexiste uma ação – uma estratégia, para aproveitar ainda mais este fluxo.

Se pararmos para observar, notamos com facilidade que em todos os formatos de loja existem setores, locais onde a concentração e o fluxo de clientes são mais intensos. Pontos onde temos até um certo congestionamento no vai e vem de pessoas. Estes são os Pontos Quentes.

Nestes locais, alguma coisa atrai com mais força a atenção dos clientes, fazendo-os ficar mais tempo parados nestes pontos.

O que será?

Produtos de alto-giro? Itens de consumo diário? Mercadorias básicas? Promoções? O que?

Posso afirmar que é um mix de tudo isso.

Mas, nas empresas que utilizam a inteligência comercial para rentabilizar toda a operação, afirmo sem dúvida alguma que estes pontos quentes são os locais que entregam ao shopper tudo o que ele busca e ainda agrega algo mais; Surpreendendo-o e encantando o cliente.

Pesquisas de perfil e hábitos de consumo, aliadas à um plano estratégico, com foco em otimizar o ponto de venda, tem sido bastante valorizados em algumas redes do varejo. Afinal, empresários e executivos – que investem fortunas para trazer clientes para dentro das suas lojas – finalmente encontraram uma forma para medir, planejar e rentabilizar ainda mais o momento da compra.

Destes estudos e medições derivam ações que vão desde uma simples inversão da ordem de exposição das mercadorias em um corredor – colocando produtos de maior conveniência e margem logo no início da seção (início do fluxo) e posicionando os itens geradores de tráfego, que geralmente estão em todas as listinhas de compra, no final do corredor. Dessa forma, o shopper é conduzido por toda a extensão do corredor e seção até chegar na gôndola onde provavelmente encontrará o produto que o trouxe à loja; Passando por ações de cross-merchandising, revisão de mix e chegando ao gerenciamento por categorias, muito pode ser feito para entender melhor o cliente e tirar o máximo deste conhecimento.

Mas atenção! Criar e gerir pontos quentes requer conhecer no detalhe o seu cliente e a sua loja, pois você terá que igualmente gerir os "pontos frios", de menor circulação de pessoas para equilibrar venda, margem e ticket-médio.

Vendas de supermercados crescem 4,92%

O setor supermercadista brasileiro manteve a tendência de crescimento de vendas nos três primeiros bimestres deste ano, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado todos os meses pela Abras. Na coletiva de imprensa realizada hoje, 29 de julho, o presidente da Associação, Sussumu Honda (foto), mostrou números muito animadores do setor, que sinalizam crescimento das vendas também para o segundo semestre. De acordo com o Índice, as vendas reais do setor, deflacionadas pelo IPCA do IBGE, em junho cresceram 4,92% no comparativo com junho do ano passado, mas recuaram 4,59% em relação a maio deste ano, porque junho tem um dia a menos. Agora, no acumulado do primeiro semestre, registraram alta de 5,57% no comparativo com igual período de 2009.

De olho na liderança, Unilever relança sabonete antibacteriano

Com o objetivo de tomar o posto de líder da Colgate, que detém a maior fatia da categoria com a marca Protex, a Unilever traz de volta ao mercado o sabonete antibacteriano Lifebouy.

Criado em 1984 pelo fundador da empresa, William Lever, o produto prevenia febre tifoide e amarela. A nova fórmula que chega às gôndolas contém um sistema chamado Ative 5, que promete o dobro de proteção em relação a sabonetes antibactérias comuns.

O segmento cresceu 25% ao ano nos últimos três anos e uma das explicações é a proliferação da gripe H1N1. O Lifebuoy estará disponível nas versões em barra e líquido.

O lançamento também deve fortalecer a presença da Unilever no segmento geral de sabonetes, que movimentou R$ 2,5 bilhões me 2009. Mesmo com o crescimento dos antibacterianos, a companhia não acredita que suas marcas fortes, Dove e Lux, vão perder espaço. "Elas ainda têm espaço para crescer. Hoje, um a cada três sabonetes vendidos no Brasil são da Unilever", afirma Ricardo Pimenta, vice-presidente global da Unilever.
Fonte: Brasil Econômico

Supermecado Zona Sul investe em expansão (RJ)

Varejista testa o "atacarejo" e reforça área de serviços

No último meio século, enquanto os grandes varejistas deixaram o formato do mercadinho para investir em hipermercados e, logo em seguida, voltaram a apostar nos pequenos pontos de venda, o Zona Sul se manteve fiel às origens. Como um carioca orgulhoso da própria ginga, seguiu com uma rede formada fundamentalmente por lojinhas de bairro, oferecendo grande variedade em espaços compactos, com um mix sob medida para os moradores de regiões sofisticadas do Rio. Mas a velha fórmula que deu certo desde 1960 se mostrou insuficiente para garantir o crescimento em tempos de alta competição. É hora de partir para mercados mais promissores.

A empresa investiu R$ 8 milhões para iniciar a operação de atacarejo, com a bandeira Megabox, na zona norte do Rio. Acaba de reformar uma loja em Ipanema para adaptá-la a um formato de conveniência. Nela, o espaço de serviços foi reforçado: ocupa 20% da área total de 200 metros 2, onde são servidas pizzas, massas, crepes, sucos e café da manhã. No local, funcionam ainda peixaria e floricultura. O mix tem mais "marcas exclusivas", enquanto que em categorias "commodity", como sabão em pó, só é oferecida a marca líder.

Depois de três anos sem nenhuma inauguração (hoje são 30 lojas), o Zona Sul está abrindo duas novas unidades em 2010 e outras duas em 2011, com investimento de pelo menos R$ 7 milhões. Uma delas, com 1,2 mil metros 2, terá perfil completamente ecológico, com recursos como drenagem do solo e energia solar. Todas as novas lojas terão área maior para serviços, que proporcionam margem de lucro mínima de dois dígitos, contra 2,5% do varejo alimentar.

"A ideia é aumentar o tíquete médio no mesmo espaço em que a clientela já está acostumada a comprar", diz Jaime Xavier, diretor de marketing do Zona Sul. "Nossa pizza é reconhecida como excelente e tem preço imbatível [R$ 12,90]", diz ele, garantindo que o produtor musical Nelson Motta já a apontou como a melhor do Rio.

A retomada do Zona Sul acontece no ano em que a rede amargou a perda de duas posições no ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Enquanto o faturamento bruto do setor cresceu 35% nos últimos três anos, o Zona Sul aumentou as vendas em 11%, para R$ 853,5 milhões em 2009. Do 17º lugar, a rede foi o 19º.

Segundo Xavier, o Zona Sul havia parado de investir para "estudar o mercado" e a expansão acontece com recursos próprios. "Nossa filosofia é a de ter lucro, mas sem ganância, porque não oferecemos qualidade medíocre", alfineta. Com os novos negócios, a expectativa é crescer 15% este ano.

A bandeira Megabox busca aproveitar o aumento do consumo da classe C e a movimentada economia da alimentação fora do lar. "É uma oportunidade que a empresa enxergou, mas ainda está em teste", diz Xavier. É uma operação completamente distinta da do Zona Sul, diz. "Queremos evitar contaminação entre os dois negócios."

Para o consultor Eugênio Foganholo, da Mixxer, faz todo o sentido a aposta maior em serviços e, mais especialmente, em refeições. Mas a investida em atacarejo, gera dúvidas. "Há grandes concorrentes nesse setor e o negócio gera pouca sinergia com o Zona Sul".

No mix, estão 450 rótulos de vinhos, 300 tipos de queijo e 70 marcas de geleia. São 700 itens de marca própria, ou "exclusivas", como "croissants" da França, vinhos chilenos, carne argentina e azeite português. Cerca de 85% das vendas vêm dos usuários do cartão de relacionamento, o que indica a alta fidelidade da clientela. "Não queremos que nosso consumidor se sinta limitado na sua capacidade de escolha", diz o executivo, que descarta as chances de a rede da família Leta mudar de mãos neste momento.
Fonte: Valor Econômico

Supermercado "verde" já é tendência no Brasil

Redes apostam em lojas com tecnologias para a economia de água e de energia e oferecem mais produtos orgânicos e postos de coleta seletiva

De olho no consumidor atento à sustentabilidade, as grandes redes de supermercados apostam cada vez mais nas lojas "verdes". Nesses ambientes são utilizadas técnicas de construção ecológica ? como sistemas de economia de energia, captação de água da chuva, telhados que aproveitam a luz natural ? e, nas prateleiras, é maior a oferta de produtos orgânicos e com certificações socioambientais.

Os supermercados também se transformaram em centros de coleta seletiva, onde o consumidor pode descartar o lixo reciclável, pilhas e baterias, óleo de cozinha e até celulares antigos.

Em São Paulo, cinco lojas com o perfil de "supermercado verde" estão em operação: são três do Pão de Açúcar, nos bairros Vila Clementino, Vila Romana (na região da Lapa) e no Brooklin. A rede Walmart possui duas lojas verdes, uma no Morumbi e outra na Granja Viana, em Cotia.

O Pão de Açúcar também expandiu o conceito para o interior do Estado, com lojas em Indaiatuba e Ribeirão Preto, e a Walmart inaugurou as suas com o conceito em cidades como Mossoró (RN), Marília (SP), Rio ?no bairro Campinho ?, Macaé (RJ), Asa Norte (DF) e Betim (MG). Na rede Carrefour, as 20 lojas que foram abertas desde 2007 também incorporam tecnologias verdes.

"Hoje são algumas lojas que se encaixam nesse conceito. Mas a tendência é que um número maior incorpore, especialmente as que forem inauguradas daqui para frente", diz Ligia Korkes, gerente de responsabilidade socioambiental do grupo Pão de Açúcar. Ela afirma que hoje ainda é mais caro incorporar à construção da loja os princípios verdes. "A primeira loja verde, inaugurada em 2008, foi 10% mais cara. A segunda, da Vila Clementino, em 2009, foi 7%. Em escala, esse custo tende a diminuir ainda mais e pode chegar ao padrão tradicional de construção."

Além das tecnologias que permitem um uso mais racional de água e energia elétrica, o que caracteriza um supermercado verde também é a maior oferta de produtos orgânicos e certificados nas prateleiras. Hoje, do total de alimentos orgânicos produzidos no País, 89% são vendidos nas grandes redes, que têm verificado crescimento de médio de 40% nas vendas de produtos cultivados sem agrotóxicos, a cada ano.

Além de orgânicos, redes como Carrefour oferecem produtos que vêm de fazendas onde é possível rastrear a produção. "Hoje, 12% dos produtos perecíveis podem ser rastreados, o que significa que a carne, por exemplo, não vem de fazendas onde houve desmatamento ilegal", explica Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade do Carrefour.

A rede americana Walmart chegou a traçar metas para aumentar a oferta de produtos verdes no mundo todo ? no Brasil, um dos objetivos é oferecer pelo menos um produto orgânico por categoria até 2012.

Também há um esforço com os fornecedores para estimular a adoção de embalagens com menor impacto ambiental.

"O grande desafio é fazer com que a mensagem sobre sustentabilidade chegue às pessoas e não se perca no meio de tantos estímulos ao consumo", diz Christianne Urioste, diretora de sustentabilidade do Walmart.

Caminho sem volta. Para Hélio Mattar, presidente do Instituto Akatu, entidade que estimula o consumo consciente, a adoção pelo varejo de práticas mais sustentáveis veio para ficar.

"O consumidor está sensível às questões socioambientais e as redes de supermercados tem a necessidade de se diferenciar da concorrência", diz.

O desafio, segundo Mattar, é expandir o conceito para segmentos onde o consumo está em expansão, como as classes C e D. "A médio prazo, a tendência é que as redes menores e voltadas a segmentos de menor poder aquisitivo também invistam nesses diferenciais", diz Mattar. Segundo ele, isso deve ocorrer porque as lojas verdes também permitem redução de custos, como água e energia elétrica.
Fonte: O Estado de S.Paulo

Assita no final desta página o vídeo que mostra em detalhes o trabalho desenvolvido pelo WalMart para garantir a sustentabilidade no varejo.

Novo superintendente no Carrefour Brasil

Após sete anos liderando a empresa, Jean-Marc Pueyo será sucedido por Luiz Fazzio, hoje responsável pelas áreas comercial e de supply chain. A mudança foi comunicada oficialmente ontem pelo presidente mundial do grupo, Lars Olofsson.

Luiz Fazzio, 49 anos, trabalhou no Makro, Walmart e Grupo Pão de Açúcar, além de C&A Brasil, na qual atuou como diretor geral por sete anos.

Segundo nota da assessoria de imprensa, Fazzio assume o cargo num momento em que a empresa "inicia um novo estágio de desenvolvimento."

À frente do Carrefour, Jean-Marc Pueyo conduziu um processo de reestruturação no País que culminou com a compra do Atacadão.
Fonte: Redação SM

Pricing no varejo. Entrevista de Marcelo Aranha à Revista AlShop.

Pricing: Teoria, estratégia e dicas

Marcas Próprias. Conheça um pouco mais!

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