DESTAQUES:

Mau Atendimento é o padrão da Sul América: Sinônimo de Descaso com o cliente

 Após ter seu carro batido e acionar o Seguro Auto Sul América, o publicitário Manoel Jorge* entrou em um pesadelo sem fim;  Uma saga de descaso, pésssima qualidade de serviços e total desrespeito com o cliente.

No dia 10/03, orientado pela seguradora,  ele levou seu carro até o Centro Sul América C.A.S.A. - amplamente divulgado na imprensa da seguinte forma: "O C.A.S.A. SulAmérica traz agilidade, segurança, comodidade e, principalmente, tranqüilidade na hora do sinistro aos segurados do SulAmérica Auto...". 
Contudo, o que o segurado encontrou foi exatamente o oposto.

A começar pelo "prazo de até 8 dias úteis" informado pela Sul América, mas que na verdade durou 22 (17 dias úteis), passando por contatos e e-mails nunca respondidos pela seguradora (e nem mesmo por um dos seus executivos) e culminando com mais de 3 idas e vindas do seu carro para a oficina por conta da péssima qualidade dos serviços executados.
Manoel Jorge sofreu com a perda de tempo e com a depreciação do seu patrimônio após receber o veículo totalmente depreciado, com manchas, partes danificadas...   ...Mas classificado pela Sul América como "pronto".

Depois dos 22 dias, o carro foi finalmente devolvido ao segurado, mas no seguinte estado:

1) DEVIDO À PÉSSIMA EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS, AS PEÇAS FORAM PINTADAS E LIXADAS ENQUANTO FIXADAS AO VEÍCULO (ao invés de serem retiradas e tratadas em estufa própria, retornando ao veículo somente depois de prontas) O QUE, ALÉM DE MANCHAR DE TINTA DIVERSAS PARTES DO CARRO, IMPREGNOU TODO O INTERIOR DO CARRO COM UM CHEIRO INSUPORTÁVEL DE TINTA-AUTOMOTIVA; (imagine um cheiro de esmalte dez vezes mais forte...)

2) A MOLDURA DO PUXADOR INTERNO DA PORTA DO MOTORISTA FOI DANIFICADA DURANTE OS REPAROS FEITOS NO CARRO E ENCONTRA-SE CHEIA DE MARCAS E ARRANHÕES PELA REMOÇÃO FEITA DE FORMA INADEQUADA;

3) PARTE DA PINTURA REALIZADA NÃO RECEBEU O ACABAMENTO/POLIMENTO NECESSÁRIO E ESTÁ FOSCA!!!

4) EXISTEM MANCHAS DE UMA LIMPEZA MAL FEITA POR TODO O INTERIOR DO CARRO, além de POEIRA MARROM IMPREGNADA NA BORRACHA DA PORTA DO MOTORISTA.

Após receber seu carro "pronto", entrou em contato com o SAC, Ouvidoria, enviou telegrama, carta registrada e protocolou na portaria da Sul América uma correspondência juntamente com um CD contendo as fotos dos danos causados ao seu carro no período em que esteve nas mãos da seguradora.

Mas, o prazo de "5 dias úteis" para um retorno com solução, solicitado pela Ouvidoria, não foi cumprido e hoje, 15 dias após ter retirado seu carro o segurado tem em mãos um veículo depreciado cujo valor do orçamento feito na concessionária Renault para conserto e substituição das partes danificadas supera R$ 2.000,00.

Portanto, EVITE DOR DE CABEÇA.  EVITE PREJUÍZOS FINANCEIROS E DEPRECIAÇÃO DO SEU PATRIMÔNIO.

Mantenha Distância da Sul América!!!

E, para quem já tem um carro segurado pela Sul América... ...Reze para nunca precisar utilizar o seguro!

Divulgue este fato para todos que conhecerem.  Basta copiar o link abaixo e enviar por e-mail.  Ajude a divulgar o DESCASO com o Consumidor.

*o nome verdadeiro do segurado foi omitido para assegurar sua privacidade.

ABRAS mostra que vendas dos supermercados sobem 6,73% em fevereiro

As vendas reais do setor supermercadista avançaram 6,73% em fevereiro, na comparação com mesmo mês do ano passado, conforme pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Perante o primeiro mês deste ano, no entanto, houve queda real, de 6,27%. No primeiro bimestre, ante igual período de 2009, as vendas cresceram 7,67%.

Em valores nominais, as vendas aumentaram 11,89% em fevereiro, no confronto com o segundo mês do ano passado, mas caíram 5,54% no comparativo com o primeiro mês de 2010. No bimestre, houve alta nominal de 12,74%.

"A queda em relação a janeiro está atrelada ao fato de fevereiro ter menos dias. A análise do mês em relação ao mesmo mês do ano anterior mostra um crescimento expressivo, assim como o acumulado do bimestre indica uma tendência de retomada do crescimento aos níveis de 2008", avalia o presidente da Abras, Sussumo Honda.
Fonte: Agência O Globo, Karin Sato - Valor

Ricardo Eletro + Insinuante = Máquina de Vendas

Batizada de Máquina de Vendas, a empresa formará a segunda maior holding de eletroeletrônicos e móveis do País, com faturamento estimado em mais de R$ 5 bilhões. Com a associação, as duas companhias superam a Magazine Luiza e se fortalecem para enfrentar Casas Bahia e Ponto Frio, hoje nas mãos do Grupo Pão de Açúcar.

A nova empresa terá mais de 528 lojas, distribuídas em 16 Estados e no Distrito Federal. A estratégia da mineira Ricardo Eletro e da baiana Insinuante é ganhar terreno no Rio de Janeiro e em São Paulo. Juntas, elas venderão 20 mil itens nos seus respectivos canais de venda online.

O controle da holding será compartilhado, sendo que cada uma das redes possui 50% de participação. Ricardo Nunes, da Ricardo Eletro, irá presidir a companhia e Luis Carlos Batista, da Insinuante, ficará a frente do Conselho Executivo.

"Esse negócio faz sentido porque o varejo de eletroeletrônico é um mercado muito competitivo, com um grande número de redes regionais que precisam se expandir", afirmou Cláudio Felisoni, do Provar (Programa de Administração de Varejo), ao jornal Estado de S. Paulo. Segundo ele, com o crescimento do poder de consumo da classe C, concentrada na região Nordeste, as redes regionais tendem a se fortalecer para brigar por esse consumidor emergente.
Fonte: O Estado de S.Paulo

Fim das sacolinhas plásticas no Rio de Janeiro

O Rio é o primeiro Estado do País a ter uma lei para controlar o consumo excessivo de sacolas plásticas. Em 15 de julho, entra em vigor a Lei nº 5.502, que regulamenta o uso das sacolas nos supermercados dos 92 municípios cariocas. Ainda não é o banimento total, como fizeram outros países, onde cada consumidor leva sua própria embalagem para carregar produtos e alimentos.

Para reforçar a luta pela redução no consumo de sacolas, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, distribuiu ontem três mil sacos retornáveis a quem passava pela Praia de Ipanema. "O meio ambiente não aguenta. Ano passado conseguimos reduzir 600 milhões de sacolas plásticas. A meta pra esse ano é de 1,5 bilhão", afirmou o ministro.

No Rio, os supermercados serão obrigados a oferecer alternativas, como caixas de papelão, além de dar desconto de três centavos a cada cinco produtos que o consumidor comprar sem usar a embalagem do local. Segundo a secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, até 2012 todos os estabelecimentos deverão estar adaptados.

Cada sacola, feita a partir do petróleo ou do gás natural, demora cerca de quatro séculos para se dissolver na natureza. E, no Brasil, o consumo é alto: são 12 bilhões de sacolas por ano. Um milhão e meio a cada hora. Pelo menos 20% delas, segundo cálculo do Ministério do Meio Ambiente, acabam descartadas e ajudam a entupir bueiros, poluir rios e infestar o fundo do mar.

Arroz e feijão. A lei determina também que o supermercado é obrigado a dar um quilo de feijão ou arroz ao consumidor que devolver 50 sacolas. Elas terão de ser encaminhadas para reciclagem. "O estímulo econômico é capaz de mudar hábitos", define Marilene.
Resta saber se o consumidor vai aderir à lei. Hoje, cerca de 80% das sacolas são usadas para colocar o lixo doméstico - e, sem as sacolas, muitas pessoas não sabem o que fazer com os resíduos domésticos. "Para o lixo úmido não há nada melhor do que o plástico, mas é preciso usar com mais critério", defende Fernanda Daltro, coordenadora da campanha Saco é um Saco, do Ministério do Meio Ambiente.

Algumas redes já se anteciparam à lei. O Carrefour planeja banir até 2014 as sacolas plásticas nas suas lojas no Brasil. "Fizemos isso na Espanha, França, Bélgica, Polônia, Itália e China. Os brasileiros já têm maturidade para ter uma nova forma de se relacionar com a sacola plástica", defende Paulo Pianez, diretor do grupo.

O Walmart também já aderiu à campanha. Há um ano, a rede dá desconto a quem dispensa a sacola plástica nas 300 lojas nas regiões Nordeste, Sul e Centro-Oeste do País. Segundo cálculos da rede americana, o programa tirou de circulação 16,6 milhões de sacolas no período. Nas filiais cariocas, o projeto entra em vigor em 60 dias.

O grupo Pão de Açúcar ainda estuda mudanças para cumprir a lei. "Temos grande interesse nesta questão. Fomos a primeira empresa do varejo a adotar medidas para reduzir embalagens", diz Paulo Pompilio, diretor de relações institucionais do grupo.

Ícone. Agora só falta o consumidor se acostumar. "A sacola é o ícone do desperdício. Leis como esta tiram a gente da zona de conforto", defende Fernanda Daltro. Ela resume o hábito de muitos consumidores atuais: pegamos a sacola de graça, jogamos fora, não nos preocupamos em separar o lixo. "Vai dar trabalho mudar, mas não dá para fugir desta questão por muito tempo."
Fonte: O Estadao de S.Paulo, Márcia Vieira

Dicas:

Tamanho Família - Sempre que for possível, prefira embalagens que tragam maior volume de produto (5kg de açúcar ou arroz em vez de 1kg, por exemplo) ou compre a granel.

Excesso - Procure comprar produtos que usem uma menor quantidade de embalagens: biscoitos que usam uma grande embalagem para todos em vez daqueles que trazem cada um embalado individualmente, por exemplo.

Lixo - Em casa, prefira um lixo maior, para usar um saco grande em vez de várias sacolinhas.

Ecobag - No mercado, leve sua própria sacola de compras.

Assista no fim desta página o vídeo da campanha Saco é um Saco e baixe a Lei 5.502 para conhece-la no detalhe: http://bit.ly/a4xsXr

Nestlé, Unilever e Cargill viram as costas para desmatadora

Clique para ler na íntegra.  Gigantes da Indústria rompem contrato com fornecedor que desmata floresta.

Falta 1 dia e algumas horas. Participe!

Quem compra vinho é a mulher

Vou regularmente ao Brasil e constantemente vejo as mulheres analisarem os rótulos e escolherem bons vinhos. Em outubro passado fiz uma promoção para Sud de France, organismo que divulga os vinhos do Languedoc Roussillon no mundo, pude passar algumas horas no Super Nosso de Belo Horizonte e vi que elas sabem direitinho o que querem e focam na qualidade. Vi a mesma coisa no carioca Zona Sul e no Empório Frei Caneca em São Paulo. Os três supermercados possuem características e serviços de delis.

Produtores franceses, com apoio de agências de propaganda e marketing, desenvolvem, regularmente, para o mercado inglês etiquetas para as mulheres com mais de 35 anos, faixa de maior consumo na Inglaterra. Lá 60% dos consumidores são mulheres, não é a toa que um dos maiores críticos de vinho britânico seja uma mulher. Essas mulheres bebem ao menos uma garrafa por mês e consomem 70% do vinho francês que chega aos domínios da rainha Elisabeth.

Nos Estados Unidos as mulheres compram 70% dos vinhos e consomem 60%. 53% dos vinhos acima de US$15, de alta qualidade, são comprados por mulheres. Isto mostra que elas não apenas lideram nos supermercados, mas também são importantes nas delis e empórios. Fácil entender a associação gastronomia e vinho. Receitas de cozinha e harmonização por parte do segmento editorial.

A turma do curso de enologia do CFPPA de Narbonne, 2008, era de 55% de mulheres, quase todas profissionais do vinho.

Se existem críticos e jornalistas de vinhos mulheres em todo o mundo, isto é apenas um reflexo da sociedade onde as mulheres se interessam pelo vinho. Basta ver o quadro social da ABS s SBAV e perceber a força das mulheres tanto como alunas e tanto como monitoras. Uma nova leva de sommeliers mulheres tem se colocado nos restaurantes brasileiros. Simples questão de justiça.

Uma santé às mulheres do vinho.
Fonte: JB Online, por Rogerio Reboucas
 
Aproveite e solicite agora um estudo detalhado da categoria de vinhos no auto-serviço do Rio de Janeiro.  É grátis!  mail.varejomix@gmail.com

Tirando proveito (e lucro) dos pontos quentes

Veja como otimizar a presença dos seus clientes na loja.

Você já parou para observar o comportamento e o fluxo dos clientes em uma loja de supermercado?

“Fluxo”?!?

Bom, vale à pena lembrar que “fluxo de clientes” é o caminho natural seguido pelos shoppers do momento que entram na loja e circulam pelos corredores e seções. É o resultado do sentido e a direção mais comum gerados pelo tráfego de pessoas em uma loja.

Existe em nosso varejo uma grande quantidade de redes, cadeias e lojas independentes que sequer faz a medição ou controla o volume de pessoas que entram diariamente em suas lojas. Muitos deles, estimam este número, mas não dão o tratamento necessário à informação.

Logo, é fácil notar que se não há medição, inexiste uma ação – uma estratégia, para aproveitar ainda mais este fluxo.

Se pararmos para observar, notamos com facilidade que em todos os formatos de loja existem setores, locais onde a concentração e o fluxo de clientes são mais intensos. Pontos onde temos até um certo congestionamento no vai e vem de pessoas. Estes são os Pontos Quentes.

Nestes locais, alguma coisa atrai com mais força a atenção dos clientes, fazendo-os ficar mais tempo parados nestes pontos.

O que será?

Produtos de alto-giro? Itens de consumo diário? Mercadorias básicas? Promoções? O que?

Posso afirmar que é um mix de tudo isso.

Mas, nas empresas que utilizam a inteligência comercial para rentabilizar toda a operação, afirmo sem dúvida alguma que estes pontos quentes são os locais que entregam ao shopper tudo o que ele busca e ainda agrega algo mais; Surpreendendo-o e encantando o cliente.

Pesquisas de perfil e hábitos de consumo, aliadas à um plano estratégico,  com foco em otimizar o ponto de venda, tem sido bastante valorizados em algumas redes do varejo. Afinal, empresários e executivos – que investem fortunas para trazer clientes para dentro das suas lojas – finalmente encontraram uma forma para medir, planejar e rentabilizar ainda mais o momento da compra.

Destes estudos e medições derivam ações que vão desde uma simples inversão da ordem de exposição das mercadorias em um corredor – colocando produtos de maior conveniência e margem logo no início da seção (início do fluxo) e posicionando os itens geradores de tráfego, que geralmente estão em todas as listinhas de compra, no final do corredor. Dessa forma, o shopper é conduzido por toda a extensão do corredor e seção até chegar na gôndola onde provavelmente encontrará o produto que o trouxe à loja; Passando por ações de cross-merchandising, revisão de mix e chegando ao gerenciamento por categorias, muito pode ser feito para entender melhor o cliente e tirar o máximo deste conhecimento.
Mas atenção!  Criar e gerir pontos quentes requer conhecer no detalhe o seu cliente e a sua loja, pois você terá que igualmente gerir os "pontos frios", de menor circulação de pessoas para equilibrar venda, margem e ticket-médio.

22 de Março. Dia Mundial da Água.

Parceria com Ambev e lançamento de livro marcam a data no Brasil.

Uma parceria com a AmBev para a gestão de água e conservação de nascentes e áreas de cabeceira na bacia Corumbá-Paranoá, em Brasília, marcará o Dia Mundial da Água no WWF-Brasil.

A AmBev programou uma série de atividades no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, para marcar a abertura do Movimento Cyan, que visa à mobilização da sociedade para o uso consciente dos recursos hídricos.

Um dos destaques é um ciclo de debates com início às 19h, no Porão das Artes (Fundação Bienal de São Paulo), que reunirá nomes como o economista Ladislau Dowbor, a ambientalista Marcia Brewster e a secretária geral do WWF-Brasil, Denise Hamú, além de palestras de especialistas como o jornalista Steven Solomon e o biólogo Samuel Barrêto, do programa Água para a Vida, do WWF-Brasil.

Para simbolizar a mobilização, o artista plástico Guto Lacaz vai desenvolver uma intervenção na Marquise do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

A Casa Líquida vai exibir uma exposição interativa. A ideia é aplicar o conceito de pegada hídrica para a rotina de uma família. A instalação permite identificar com alguns exemplos o quanto se gasta de água para produzir cada item de uma casa.

Dividindo experiências – Na Universidade dos Correios, em Brasília, será lançada, também como parte das comemorações do Dia Mundial da Água, às 17h, a publicação Nascentes do Brasil: estratégias para a proteção de cabeceiras em bacias hidrográficas. A publicação reúne diferentes experiências de proteção de nascentes, desde o Programa Adote uma Nascente, do Governo do Distrito Federal, até casos de proteção do Xingu, Minas Gerais, Bahia e outros de igual importância.

O lançamento faz parte da programação do Seminário Água e Cidadania – Visões múltiplas para um recurso de usos múltiplos, realizado pelo Instituto Brasília Ambiental em parceria com a Adasa, Movimento de Cidadania pelas Águas e Centro de Estudo Interdisciplinar da Água (CET-Água).
Fonte: WWF-Brasil, http://bit.ly/b3HSHG

Marca muda para facilitar a pronúncia

Grupo Pão de Açúcar adequa marca do seu atacarejo para facilitar e evitar dúvidas.

O Assaí mudou de cara. A rede do Grupo Pão de Açúcar anuncia a mudança de sua identidade visual com o objetivo de reforçar a presença da marca no atacarejo. Porém, a nova marca continua com a imagem do sol nas cores laranja e amarelo.

Para facilitar a pronúncia do nome, foi inserido um assento agudo na grafia da marca. As lojas mais novas da rede já estão inserindo a nova logomarca, assim como as que passam por reformas desde dezembro de 2009.
Fonte: Acessoria GPA, via Twitter

JBS de olho na Austrália

Por meio da subsidiária Swift Austrália, o frigorífico JBS assinou um acordo visando à "potencial aquisição" da Rockdale Beef na Austrália, com capacidade de abate de 200 mil cabeças de gado ao ano e de confinamento de mais de 50 mil bois.

Em comunicado, a JBS nota que a Rockdale Beef possui uma operação de carne bovina integrada por meio de fazendas, confinamentos, fábrica de ração e frigorífico.

"A conclusão da operação está sujeita à aprovação pelas autoridades competentes, incluindo órgão antitruste da Austrália e o Conselho de Administração da companhia", destacou no texto.

Para assessorar a transação, a JBS conta com o Rothschild.
Fonte: Valor online

Pricing no varejo. Entrevista de Marcelo Aranha à Revista AlShop.

Pricing: Teoria, estratégia e dicas

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