Assista o vídeo oficial do Rio 2016 no fim desta página!!!
DESTAQUES:
Embalagens PET - Restrições de uso em São Paulo
Projeto de lei que condiciona a permissão para a venda de bebidas em garrafas PET a um estudo de impacto ambiental acaba de ser aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Assembleia Legislativa de São Paulo. Pela medida, a empresa que não apresentar o estudo será impedida de usar essa embalagem ou outros tipos de plástico no Estado.
O estudo de impacto ambiental deverá conter um planejamento quanto à destinação final dos recipientes após o consumo. As determinações se aplicam a refrigerantes e a todos os tipos de bebidas alcoólicas (cerveja, chope, licor, batidas, caipirinha e aguardente).
"Para comercializar bebidas nessas embalagens, as empresas deverão obter licença do Departamento Estadual de Proteção aos Recursos Naturais, órgão da Secretaria do Meio Ambiente, que será concedida mediante apresentação de um estudo de impacto ambiental", diz o autor do projeto, o deputado estadual Said Mourad (PSC). Para ele, as empresas devem se responsabilizar pela coleta do PET, para evitar que as embalagens causem danos ao meio ambiente.
O projeto determina também a apreensão da mercadoria e estabelece multa de R$ 100,00 por embalagem. Em caso de reincidência, haverá cassação da inscrição estadual da empresa envasadora por período de cinco anos. O projeto de lei nº 424/09 segue agora para a Comissão de Defesa do Meio Ambiente.
Vamos torcer para que a consciência ambiental esteja aflorada em nossos líderes!
Adaptada por Marcelo Aranha
Fonte: Asssoc. Mineira de Supermercados (portalamis.org.br)
Campanha "SACO É UM SACO" - Anti-Sacolinhas-Plásticas
Assista o vídeo da Campanha "SACO É UM SACO!", realizada com apoio do Wal-Mart, no rodapé desta página. Divulgue! Preserve nosso planeta.
Gerenciamento por Categorias - Indispensável
Conheça um pouco do conceito e resultados do trabalho de GC, descritos de forma objetiva e de fácil entendimento.
O passo a passo do Gerenciamento de Categorias é bastante complexo em cada fase de sua execução, em função da grande quantidade de informações, detalhamento e análises necessárias para se chegar a um resultado.
O Gerenciamento de Categorias (ou “por” categorias – GC) é um formato de gestão que foca o SORTIMENTO, levando em conta fatores como o comportamento do CONSUMIDOR no momento da compra, a relevância das MARCAS e produtos dentro de uma loja em comparação ao mercado e - com igual relevância - a RENTABILIDADE de cada SKU dentro do mix.
É um estudo analítico e detalhado que, a partir do cruzamento de informações obtidas com a indústria, com fornecedores, pesquisas com consumidores, pessoal de loja, medições de mercado (Ex: AC/Nielsen) e dados estratégicos da própria empresa, leva a um resultado QUALITATIVO e a outro QUANTITATIVO.
Trabalhando com o sortimento qualitativo e quantitativo resultante de um estudo de categoria, os resultados podem ser bastante positivos e abrangentes. Alguns deles são:
- Adequar o sortimento qualitativo (qualidade de produtos e marcas oferecidas) e a quantidade de SKUs (sortimento quantitativo) necessários para alcançar os objetivos definidos pela empresa;
- Aumentar as vendas e contribuir mais com a margem (foco em rentabilizar a operação) – através da melhoria da visibilidade de categorias e produtos estratégicos, favorecendo a venda por impulso;
- Conhecer a relevância de uma marca para o seu cliente – e ainda, conhecer melhor o próprio cliente;
- Saber a real contribuição (venda e lucro) de cada marca/fornecedor para o negócio;
- Reduzir custos como: Quebras e perdas em loja, Sobrestoques, Remanejamento de produtos...
- Orientar as compras e garantir a saúde do estoque;
- Favorecer a melhor análise da cadeia de suprimentos, auxiliando no planejamento e operação logísticos.
Mas, em grandes linhas o trabalho consiste em:
Conhecer o Sortimento e o Desempenho das Categorias (histórico, atual e projetado);
Pesquisar hábitos de consumo, perfil, comportamento e preferências do nosso consumidor;
Rever/Definir o “destino” – O que atrai o cliente para a sua loja? ;
Trabalhar informações de fornecedores, indústria, Nielsen e cruzar com pesquisas realizadas e conhecimento da equipe comercial;
Definir Marca e/ou Fornecedor de Relevância para cada Categoria;
Negociar e/ou Renegociar custos, Troca e/ou Substituição de produtos que serão descontinuados;
Determinar Sortimento Quantitativo e Qualitativo (incluindo itens candidatos ao cross-merchandising);
Definir ações para escoar eventual estoque de itens excluídos e que não será retirado;
Garantir operacionalidade das regras dentro dos nossos sistemas de informática (cadastro, ativação, inativação de produtos);
Validar nova proposta de comunicação visual e apresentação da categoria em loja;
Gerar listagem de produtos mais indicados para ações comerciais (encartes);
Definir e validar eventual necessidade de revisão da Política de Preços em produtos chave da categoria;
Implantar o trabalho em loja piloto pré-definida;
Realizar acompanhamento e medições semanais, mensais e trimestrais.
O sucesso de cada uma das ações apresentadas só será possível com a garantia do total compromisso de pessoas e departamentos chave, trabalhando em sinergia:
GC + Compras + Repositores + Gerentes e Equipes de Loja + Gerente Operações + Informática + Marketing
Cada um em seu tempo, mas todos com a mesma importância no GC.
Enfim, o Gerenciamento de Categorias, uma vez abraçado por toda a organização, trará aumento das vendas, da rentabilidade, melhor adequação do mix de produtos ao negócio, visibilidade e exposição de acordo com a estratégia comercial e o consequente aumento da satisfação do consumidor.
Leitura socialmente correta
O Centro de Excelência em Varejo da FGV-EAESP (GVcev), comercializa um livro destinado para profissionais do varejo e da indústria interessados em adotar práticas de responsabilidade social na gestão dos seus negócios, contribuindo para a sua sustentabilidade no longo prazo.
Varejo Socialmente Responsável apresenta, em seus 12 capítulos, princípios e práticas que levam empresas e entidades varejistas ao caminho do varejo responsável.
Os seis capítulos iniciais tratam de conceitos e oportunidades da responsabilidade social no setor varejista e da importância de incorporar a sustentabilidade à cadeia de valor do varejo. A segunda parte apresenta os 19 casos de empresas e entidades varejistas finalistas e vencedores do 3º Prêmio FGV-EAESP de Responsabilidade Social no Varejo. Os casos relatados demonstram que as práticas de responsabilidade social estão se disseminando por diversos segmentos do varejo em todo o país, envolvendo grandes redes varejistas, mas também as micro e pequenas empresas.
Mais informações: FGV LIVRARIA - Av. 9 de julho, 2029 - São Paulo (SP) - Tel: (11) 3281-7875 / 3281-7790, ou através do E-mail: livrariagv@fgv.br .
Boa Leitura!
Logística: Cadeia de Abastecimento
Assista no final desta página, o vídeo produzido pelo ECR Brasil (Efficient Consumer Response), abordando as formas de abastecimento e logística da cadeia de suprimentos; Da loja para a indústria e de volta à loja.
Marcas perdem valor...
Em ano de caos financeiro, não foram só os bancos de varejo, os bancos de investimento e as administradoras de cartão de crédito que perderam valor quando o assunto é influência da marca. Ícones do mercado de consumo, como as motocicletas Harley-Davidson, os cigarros Marlboro, os eletroeletrônicos Sony, a rede de cafeterias Starbuck, a varejista de roupas Gap e os computadores Dell recuaram dois dígitos em valor de marca, segundo a 29º edição do levantamento Best Global Brands, realizado pela consultoria internacional Interbrand.
O estudo, que leva em conta dados de balanço com ano fiscal encerrado entre dezembro de 2008 e junho de 2009, aponta que as marcas que deixaram de investir por causa da crise ou que não ofereceram uma relação clara de custo-benefício ao consumidor perderam espaço. " As empresas que conseguiram manter investimentos em inovação e tecnologia, com foco no médio e longo prazos, sabendo adaptar o seu portfólio para um novo momento do mercado, sem menosprezar a importância da qualidade, conseguiram se manter e até crescer no ranking " , afirma Alejandro Pinedo, diretor-geral da Interbrand no Brasil.
A soma das 100 marcas líderes mundiais caiu 4,6% este ano, com US$ 1,21 trilhão para US$ 1,15 trilhão. Novas marcas, como Burger King, Puma, Burberry, Polo Ralph Lauren, Lancôme e Campbell ? s passaram a integrar o ranking da Interbrand. Em contrapartida, outros nomes fortes, como Motorola e FedEx, ficaram de fora do grupo das top 100.
" A Motorola baseou sua estratégia no modelo de celulares ? flip ? (abre e fecha), que ficou ultrapassado, com o crescimento de competidores como a Samsung nessa área " , diz Pinedo. Procurada, a Motorola do Brasil não quis comentar a saída do ranking. Na edição de 2008, a marca já tinha perdido dez posições, ocupando o 87º lugar. Já a FedEx, afirma o consultor, sofreu com a queda no nível de encomendas nos Estados Unidos, seu maior mercado. Além dessas duas, também ficaram fora da lista os bancos ING e Merril Lynch, a seguradora AIG, a rede de hotéis Marriott e os licores Hennessey.
As maiores perdas foram verificadas nas marcas do mercado financeiro: UBS, Citigroup, American Express e Morgan Stanley recuram entre 50% e 26% em valor de marca. Não houve variação no ranking das cinco primeiras marcas - Coca-Cola, IBM, Microsoft, GE e Nokia -, mas essas duas tiveram variação negativa. A GE, devido aos negócios financeiros do conglomerado, perdeu 10%.
Na tendência oposta, as cinco marcas que mais ganharam mercado pertencem à área de tecnologia - Google, Amazon e Apple - e a de consumo (Zara e Nestlé). " As empresas que até pouco tempo eram chamadas da ? nova economia ? conseguiram atravessar bem a crise, com soluções inovadoras, como é o caso de Google e Apple, ou pelo fato de não terem capital em ativos que se desvalorizaram, como no caso da Amazon " , diz Pinedo. Já a Zara, afirma, que não investe em publicidade, conseguiu manter o investimento em lojas, grandes e bem localizadas, oferecendo produtos de qualidade, em sintonia com as passarelas, a preços competitivos. " Diferentemente da Gap, que perdeu o foco " , diz.
Já a Starbuck ? s sofreu com o avanço do McDonald ? s na área de cafeteria, apresentando um menu bem mais acessível. A Nestlé, por sua vez, cresceu explorando mercados emergentes.
O ícone Harley-Davidson, que caiu da 50ª para 73ª posição, no entanto, precisa se reinventar, segundo Pinedo. " A marca é uma lenda, mas até que ponto ela quer crescer apostando apenas nisso? " .
Fonte: Valor Econômico, Daniele Madureira, 18/09/2009
O estudo, que leva em conta dados de balanço com ano fiscal encerrado entre dezembro de 2008 e junho de 2009, aponta que as marcas que deixaram de investir por causa da crise ou que não ofereceram uma relação clara de custo-benefício ao consumidor perderam espaço. " As empresas que conseguiram manter investimentos em inovação e tecnologia, com foco no médio e longo prazos, sabendo adaptar o seu portfólio para um novo momento do mercado, sem menosprezar a importância da qualidade, conseguiram se manter e até crescer no ranking " , afirma Alejandro Pinedo, diretor-geral da Interbrand no Brasil.
A soma das 100 marcas líderes mundiais caiu 4,6% este ano, com US$ 1,21 trilhão para US$ 1,15 trilhão. Novas marcas, como Burger King, Puma, Burberry, Polo Ralph Lauren, Lancôme e Campbell ? s passaram a integrar o ranking da Interbrand. Em contrapartida, outros nomes fortes, como Motorola e FedEx, ficaram de fora do grupo das top 100.
" A Motorola baseou sua estratégia no modelo de celulares ? flip ? (abre e fecha), que ficou ultrapassado, com o crescimento de competidores como a Samsung nessa área " , diz Pinedo. Procurada, a Motorola do Brasil não quis comentar a saída do ranking. Na edição de 2008, a marca já tinha perdido dez posições, ocupando o 87º lugar. Já a FedEx, afirma o consultor, sofreu com a queda no nível de encomendas nos Estados Unidos, seu maior mercado. Além dessas duas, também ficaram fora da lista os bancos ING e Merril Lynch, a seguradora AIG, a rede de hotéis Marriott e os licores Hennessey.
As maiores perdas foram verificadas nas marcas do mercado financeiro: UBS, Citigroup, American Express e Morgan Stanley recuram entre 50% e 26% em valor de marca. Não houve variação no ranking das cinco primeiras marcas - Coca-Cola, IBM, Microsoft, GE e Nokia -, mas essas duas tiveram variação negativa. A GE, devido aos negócios financeiros do conglomerado, perdeu 10%.
Na tendência oposta, as cinco marcas que mais ganharam mercado pertencem à área de tecnologia - Google, Amazon e Apple - e a de consumo (Zara e Nestlé). " As empresas que até pouco tempo eram chamadas da ? nova economia ? conseguiram atravessar bem a crise, com soluções inovadoras, como é o caso de Google e Apple, ou pelo fato de não terem capital em ativos que se desvalorizaram, como no caso da Amazon " , diz Pinedo. Já a Zara, afirma, que não investe em publicidade, conseguiu manter o investimento em lojas, grandes e bem localizadas, oferecendo produtos de qualidade, em sintonia com as passarelas, a preços competitivos. " Diferentemente da Gap, que perdeu o foco " , diz.
Já a Starbuck ? s sofreu com o avanço do McDonald ? s na área de cafeteria, apresentando um menu bem mais acessível. A Nestlé, por sua vez, cresceu explorando mercados emergentes.
O ícone Harley-Davidson, que caiu da 50ª para 73ª posição, no entanto, precisa se reinventar, segundo Pinedo. " A marca é uma lenda, mas até que ponto ela quer crescer apostando apenas nisso? " .
Fonte: Valor Econômico, Daniele Madureira, 18/09/2009
26º Aniversário do Supermercados Princesa
A atriz Fernanda Vasconcellos e Marcelo Aranha, Gerente de Categoria do Princesa
Foto: Robson Barreto, www.olhardigital.fot.br
Salas de cinema nas lojas
Ao todo, 200 salas serão construídas nos próximos sete anos. A inauguração da primeira está prevista para janeiro do ano que vem, no Estado do Rio de Janeiro. Uma equipe de engenheiros já está na unidade carioca do Sulacap desenvolvendo os primeiros detalhes da obra. Em abril, será a vez do bairro do Limão, em São Paulo, receber estrutura semelhante.
Segundo o Carrefour Brasil, o objetivo é explorar de maneira mais eficiente as grandes áreas ociosas de seus hipermercados e ao mesmo tempo oferecer lazer aos seus clientes. Os critérios para a instalação das salas de projeção são pontos de venda que precisam de incremento no fluxo de consumidores, tenham espaço ocioso e não possuam centros de compras nas proximidades.
Para viabilizar o projeto, o grupo firmou parceria com a Inovação Cinemas, que será responsável pela construção dos complexos exibidores. Segundo Thierry Perrone, sócio da Inovação Cinemas juntamente com o empresário Adhemar Oliveira, cada unidade terá entre seis e oito salas, totalizando 1,4 mil lugares. "O contrato de locação será diferenciado daqueles realizados com shopping centers e o Carrefour terá uma participação na venda dos ingressos", explica.
Um aporte aproximado de R$ 200 milhões, sendo uma parcela proveniente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), também foi feito para que o projeto pudesse sair do papel.
De acordo com Perrone, as salas terão formato stadium, projetores de 35 milímetros de última geração, projeção digital (via Rain) e qualidade de programação, com a mesma qualidade oferecida pelas salas de cinema concorrentes. "Queremos democratizar o acesso ao cinema e contribuir para o enriquecimento cultural dos moradores dos bairros onde as salas serão instaladas."
Por enquanto, não foi criado um nome para a nova rede de cinemas, mas a marca Carrefour deverá estar presente, assim como as de possíveis empresas patrocinadoras. Os investidores garantem que os preços serão bons e o estacionamento, gratuito.
Fonte: SM, Carrefour Expansão.
Foto de uma loja do Carrefour na Tailândia - "um mega-hiper"
Segundo o Carrefour Brasil, o objetivo é explorar de maneira mais eficiente as grandes áreas ociosas de seus hipermercados e ao mesmo tempo oferecer lazer aos seus clientes. Os critérios para a instalação das salas de projeção são pontos de venda que precisam de incremento no fluxo de consumidores, tenham espaço ocioso e não possuam centros de compras nas proximidades.
Para viabilizar o projeto, o grupo firmou parceria com a Inovação Cinemas, que será responsável pela construção dos complexos exibidores. Segundo Thierry Perrone, sócio da Inovação Cinemas juntamente com o empresário Adhemar Oliveira, cada unidade terá entre seis e oito salas, totalizando 1,4 mil lugares. "O contrato de locação será diferenciado daqueles realizados com shopping centers e o Carrefour terá uma participação na venda dos ingressos", explica.
Um aporte aproximado de R$ 200 milhões, sendo uma parcela proveniente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), também foi feito para que o projeto pudesse sair do papel.
De acordo com Perrone, as salas terão formato stadium, projetores de 35 milímetros de última geração, projeção digital (via Rain) e qualidade de programação, com a mesma qualidade oferecida pelas salas de cinema concorrentes. "Queremos democratizar o acesso ao cinema e contribuir para o enriquecimento cultural dos moradores dos bairros onde as salas serão instaladas."
Por enquanto, não foi criado um nome para a nova rede de cinemas, mas a marca Carrefour deverá estar presente, assim como as de possíveis empresas patrocinadoras. Os investidores garantem que os preços serão bons e o estacionamento, gratuito.
Fonte: SM, Carrefour Expansão.
Supermercado comemora aniversário em alto estilo
Foi com um café-da-manhã em altíssimo estilo no Hotel Windsor da Barra da Tijuca (RJ) que a rede de Supermercados Princesa celebrou seus 26 anos no dia de hoje.
A rede, que conta com 17 lojas no Estado do Rio de Janeiro, aproveitou a oportunidade para anunciar aos fornecedores, parceiros e imprensa sua nova "Princesa": A atriz Fernanda Vasconcellos foi escolhida para representar o Supermercados Princesa em sua campanha de aniversário, que contará com ações em TV, rádio, jornais, metrô e outros.
Ao Sr. Laerte Monteiro, seus sócios e colaboradores, desejo parabéns e muito sucesso!
Endomarketing. Ele existe e pode ajudá-lo!
Dentro do cenário que já conhecemos (concorrência acirrada, consumidores exigentes, pós-crise, etc) as empresas continuam investindo em linhas estratégicas focadas em seu target - produto e/ou consumidor. (leia o post sobre fidelização, de 04/09/2009).
Contudo, um canal importantíssimo para o sucesso de todo negócio está ficando em segundo plano – senão esquecido em algumas corporações; É o canal interno da empresa, o quadro de colaboradores, os funcionários!
Eu conheço empresários e executivos que dizem “lá na empresa temos o endomarketing implantado”. Mas é preciso parar e analisar a diferença conceitual de uma propaganda ou comunicação interna realizada por meio de quadros informativos, boletins e jornaizinhos internos e as reais ações de endomarketing.
Endomarketing envolve tratar o público interno como target das ações implantadas. Significa que as empresas devem utilizar uma estratégia exclusiva, com peças e comunicação diferenciadas, direcionadas para o quadro funcional.
Estamos falando de grandes campanhas motivacionais que tem desde teasers de lançamento, passando por peças e comunicação bem elaboradas até premiações inesquecíveis e exclusivas para os funcionários.
Eu trabalhei em uma grande joalheria brasileira de presença mundial, que em meados dos anos 80 já desenvolvia ações muito bem sucedidas de endomarketing, desde a divulgação dos comunicados internos da empresa até campanhas motivacionais para aumento de vendas. Eram ações que literalmente encantavam seu público alvo – os colaboradores.
Nos dias de hoje, existem diversas ferramentas para a prática do endomarketing. Podemos ir dos simples cartazes desenvolvidos a partir de determinado conceito, cartões premiação, até ferramentas interativas como o Twitter onde funcionários tem um espaço oficial da empresa para troca de idéias, sugestões e aprimoramento, podendo ainda reclamar e ser ouvido.
Para iniciar a implantação de campanhas de endomarketing, a empresa deve iniciar ouvindo os funcionários para que possa conhece-los. Seus gostos e preferências. Suas rejeições e restrições.
Mas cuidado! Nunca inicie uma campanha, uma pesquisa de clima ou satisfação se não existem recursos e planejamento para desenrolar e implantar o feedback para as equipes. Isso seria um erro quase fatal.
Quem fala espera receber um retorno.
Portanto, a empresa pode facilitar a comunicação e o intercâmbio de informações entre os diversos departamentos e setores, de forma a iniciar uma sinergia inter-setorial. Desta sinergia, líderes e formadores de opinião aparecerão naturalmente como representantes da maioria. É o diagnóstico da cultura da empresa.
A partir daí, com o devido direcionamento e foco, podem ser iniciadas campanhas que vão desde a valorização da marca / do nome da empresa até ações de crescimento da produtividade.
Ações que valorizam a empresa e transmitem clareza na comunicação com todos os níveis hierárquicos podem gerar resultados muito positivos, desde o simples boca-a-boca até o orgulho de pertencer ao quadro funcional. Depois, é só trabalhar para manter o clima de positivismo gerado e colher frutos como redução do turn-over, aumento da produtividade e mais sorrisos. É o sentimento do “EU SOU a empresa”.
Pergunta:
Você sabe se todos os funcionários conhecem e sabem o significado e como foi criada a logomarca da sua empresa?
Que tal começar por aí?
Contudo, um canal importantíssimo para o sucesso de todo negócio está ficando em segundo plano – senão esquecido em algumas corporações; É o canal interno da empresa, o quadro de colaboradores, os funcionários!
Eu conheço empresários e executivos que dizem “lá na empresa temos o endomarketing implantado”. Mas é preciso parar e analisar a diferença conceitual de uma propaganda ou comunicação interna realizada por meio de quadros informativos, boletins e jornaizinhos internos e as reais ações de endomarketing.
Endomarketing envolve tratar o público interno como target das ações implantadas. Significa que as empresas devem utilizar uma estratégia exclusiva, com peças e comunicação diferenciadas, direcionadas para o quadro funcional.
Estamos falando de grandes campanhas motivacionais que tem desde teasers de lançamento, passando por peças e comunicação bem elaboradas até premiações inesquecíveis e exclusivas para os funcionários.
Eu trabalhei em uma grande joalheria brasileira de presença mundial, que em meados dos anos 80 já desenvolvia ações muito bem sucedidas de endomarketing, desde a divulgação dos comunicados internos da empresa até campanhas motivacionais para aumento de vendas. Eram ações que literalmente encantavam seu público alvo – os colaboradores.
Nos dias de hoje, existem diversas ferramentas para a prática do endomarketing. Podemos ir dos simples cartazes desenvolvidos a partir de determinado conceito, cartões premiação, até ferramentas interativas como o Twitter onde funcionários tem um espaço oficial da empresa para troca de idéias, sugestões e aprimoramento, podendo ainda reclamar e ser ouvido.
Para iniciar a implantação de campanhas de endomarketing, a empresa deve iniciar ouvindo os funcionários para que possa conhece-los. Seus gostos e preferências. Suas rejeições e restrições.
Mas cuidado! Nunca inicie uma campanha, uma pesquisa de clima ou satisfação se não existem recursos e planejamento para desenrolar e implantar o feedback para as equipes. Isso seria um erro quase fatal.
Quem fala espera receber um retorno.
Portanto, a empresa pode facilitar a comunicação e o intercâmbio de informações entre os diversos departamentos e setores, de forma a iniciar uma sinergia inter-setorial. Desta sinergia, líderes e formadores de opinião aparecerão naturalmente como representantes da maioria. É o diagnóstico da cultura da empresa.
A partir daí, com o devido direcionamento e foco, podem ser iniciadas campanhas que vão desde a valorização da marca / do nome da empresa até ações de crescimento da produtividade.
Ações que valorizam a empresa e transmitem clareza na comunicação com todos os níveis hierárquicos podem gerar resultados muito positivos, desde o simples boca-a-boca até o orgulho de pertencer ao quadro funcional. Depois, é só trabalhar para manter o clima de positivismo gerado e colher frutos como redução do turn-over, aumento da produtividade e mais sorrisos. É o sentimento do “EU SOU a empresa”.
Pergunta:
Você sabe se todos os funcionários conhecem e sabem o significado e como foi criada a logomarca da sua empresa?
Que tal começar por aí?
Assinar:
Postagens (Atom)






